Vídeo: Nuno Cerqueira

Obra entre a Solidal em Gandra e Cepães.

Nuno Cerqueira
25 Julho 2019

 

«Esta é uma maiores obras que será realizada em Esposende», disse o presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira, que juntamente com o ministro do Ambiente e Transição Energética , Matos Fernandes, colocaram a primeira pedra da obra que, com expropriações e obras secundárias, ascende aos 5,4 milhões de euros.

“O canal”, assim é conhecido, é um intercetor de águas, de pequenos ribeiros, e pretende ser uma barreira “natural” de forma a evitar cheias na cidade de Esposende, como as que aconteceram em 2013.

«A construção do canal intercetor afigura-se vital para a resolução dos problemas de drenagem dos terrenos agrícolas e das inundações na cidade de Esposende, que têm vindo a colocar em risco a população e a causar elevados danos no património público e privado, enfraquecendo a economia e fragilizando o ambiente», disse o edil, revelando ainda que o projeto já incluí a futura variante.

«O projeto fica já com essa capacidade de no futuro, caso abram programas europeus de financiamento, de avançarmos para essa variante. Mas para já a nossa prioridade em termos de vias é a variante do Ofir», disse o autarca.

Já o ministro do Ambiente destacou o facto de a obra estar perfeitamente enquadrada no meio ambiente.

«A execução dessa obra é considerada como simples e consiste na construção de um canal com pouco mais de quatro quilómetros, respeitando a natureza, com obras de arte e feita com engenharia natural. Está prevista ficar pronta no início do ano de 2020, sendo que ainda haverá uma renaturalização das margens com árvores, uma espécie de “tampão verde”», destacou o ministro O investimento surge via Fundo de Coesão, ao abrigo do PO SEUR, enquadrada na operação de proteção e gestão de riscos, cheias e inundações no valor global de investimento de 5 milhões de euros, incluindo os terrenos. A autarquia negociou 200 parcelas, das quais 150 com acordo dos proprietários.


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