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Esposende: Chega vai à luta e tem candidatos em quatro freguesias do concelho

Paulo Martins, acompanhado do líder local do Chega, Marcelino Cunha, deu conta ainda dos candidatos às listas nas freguesias, sendo que Luís Correia liderada em Palmeira de Faro de Curvos, António Roxo na UF de Apúlia e Fão, Marcelino Cunha em Esposende, Marinhas e Gandra, e Emanuel Caprini em Belinho e Mar.

Nuno Cerqueira
3 Ago 2021

O partido Chega entregou no Tribunal de Esposende as listas a vários órgãos autárquicos. De destacar que o partido liderado pelo André Ventura apresenta candidatos a quatro freguesias: UF Palmeira de Faro e Curvos, UF Esposende, Marinhas e Gandra, UF Apúlia e Fão e UF de Belinho e Mar.

O ato teve a presença do mandatário Gustavo Santos, ex-combatente de ultramar, que aproveitou a ocasião para apontar o dedo ao próprio estado dos tribunais em Portugal, que no caso do de Esposende apresenta um problema no edifício há quase dez anos e que continua a ser segurado por ferros.

Críticas à parte, e para além do candidato à Câmara de Esposende, Paulo Martins, o Chega revelou ainda o nome do candidato à Assembleia Municipal, o economista Manuel Pereira.

Paulo Martins, acompanhado do líder local do Chega, Marcelino Cunha, deu conta ainda dos candidatos às listas nas freguesias, sendo que Luís Correia liderada em Palmeira de Faro de Curvos, António Roxo na UF de Apúlia e Fão, Marcelino Cunha em Esposende, Marinhas e Gandra, e Emanuel Caprini em Belinho e Mar.

«Esta é uma candidatura muito objetiva e consciente. Estamos aqui para lutar pelo concelho e as pessoas que nele habitam. O nosso objetivo, e aquilo que para nós seria já um excelente resultado, é a eleição de um representante em cada órgão autárquico a que nos candidatamos. Vamos ganhar a Câmara? Não, mas vamos estar lá com um vereador, essa a a nossa convicção», destacou Paulo Martins.

O candidato referiu que tem havido uma aceitação grande das pessoas.

«Estamos a construir o nosso manifesto com o contributo das instituições e pessoas que vamos ouvindo. É incrível a quantidade de problemas que nos apresentam. Se não ouvisse, dizia que era brincadeira. Como é possível termos a liderar este concelho uma presidente de Câmara que não quer ouvir as pessoas, que não está disponível. Sinceramente, é preciso ter muita lata para ir para a rua agora, quando esteve dois mandatos a brincar literalmente com os esposendenses», aponta.

 





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