Fotografia: Avelino Lima

IPCA quer afirmar-se como centro de ciência capaz de ajudar a transformar a região

Maria José Fernandes aponta como meta para 2025 transformar o IPCA «numa universidade politécnica verde, digital e inclusiva»

Carla Esteves
15 Set 2021

A presidente eleita do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), Maria José Fernandes, assumiu, hoje, que este segundo mandato à frente dos destinos do IPCA será uma oportunidade para afirmar a instituição como centro de ciência e de conhecimento capaz de contribuir para a transformação das regiões. Com um programa de ação alicerçado em objetivos muito bem definidos, Maria José Fernandes, apontou como meta central para 2025, a transformação do IPCA «numa Universidade Politécnica verde, digital e inclusiva, envolvida e comprometida com as autarquias locais e todo o tecido económico empresarial e social.»

A presidente do IPCA, que tomou posse numa cerimónia no Auditório Engº António Tavares, no Campus da instituição, em Barcelos, adiantou que, além de  dar continuidade ao trabalho desenvolvido, a instituição apresenta-se para este período de 2021-2025 com um plano de ação definido. 

Além da «responsabilidade em continuar o caminho já trilhado de estreitar laços e interações com a comunidade que nos rodeia» e da responsabilidade pela «concretização dos investimentos e melhorias ao nível das infraestruturas em curso», a presidente do IPCA elencou uma série de oportunidades, com destaque para aquelas que podem ser desenvolvidas no quadro das relações com os parceiros (autarquias locais, empresas e instituições públicas, entidades privadas e do setor social).

É precisamente nesse quadro que Maria José Fernandes encara a afirmação da instituição como centro de ciência, «adotando uma cultura de responsabilidade social, colaborativa e de trabalho em rede, seja no contexto nacional com o tecido económico e empresarial, seja no contexto internacional com as redes do conhecimento científico».

No mesmo período, verificou-se, também, um crescimento superior a 20 por cento do número de docentes a tempo integral, bem como dos docentes e investigadores com o grau de doutor ou o título de especialista que, em 2020, representam já mais de 96 por cento. 

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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