Fotografia: DM

Irmandade nos Congregados regozija-se com entrada de mais 14 Irmãos

Arcebispo de Braga pediu às comunidades cristãs que sejam acolhedoras

Jorge Oliveira
15 Set 2021

A Irmandade de Nossa Senhora das Dores e de Santa Ana dos Congregados admitiu hoje mais 14 Irmãos, na celebração da Memória Litúrgica e Festa de Nossa Senhora das Dores, cuja Eucaristia foi presidida pelo Arcebispo Primaz de Braga.

Depois de dois anos sem a entrada de novos Irmãos, a Irmandade conta agora com um reforço assinalável de servidores, que «são uma bela colheita», como referiu o reitor da Basílica dos Congregados após a bênção e entrega das insígnias.

A Memória Litúrgica e Festa de Nossa Senhora das Dores foi celebrada na Basílica dos Congregados ainda condicionada à pandemia e, por isso, sem a solenidade habitual. Mas, no próximo ano, «se Deus quiser», disse o padre Paulo Terroso, «voltará a ter todo o seu esplendor».

O Arcebispo de Braga, na homilia, exortou os cristãos a viverem segundo a lógica do Bom Samaritano, não permitindo que a indiferença imponha a suas regras e o egoísmo tome conta das nossas ações.
Afirmando que é necessário tirar lições da pandemia no aspeto relacional e que o mundo não pode ser igual depois de quase dois anos a viver com a Covid-19, o

D. Jorge Ortiga  pediu às comunidades cristãs da Arquidiocese que sejam acolhedoras e façam por estar junto de todos, particularmente daqueles que sofrem, e que não tenham receio de reclamar junto das instância políticas por uma sociedade mais justa e solidária.

O prelado referiu-se ainda aos «fenómenos de exclusão», nomeadamente de imigrantes, pedindo que se estabeleça um «diálogo intercultural», sem olhar a raças e religiões.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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